31.12.05

Feliz Ano Novo!

Luizinha e eu rumo a 2006.
Um feliz ano novo para todos!!

Ano Novo

Ano Novo:


Finalmente chegou o grande dia: 31 de Dezembro. Como todos sabem Eu e a Ká vamos infrentar a fúria frenética de Copacabana. Estaremos lá com milhares de turistas do mundo inteiro para brindar 2006.

Nesta época do ano, todo mundo faz planos: financeiros, amorosos , de iniciar uma dieta ou simplesmente mudar velhos hábitos.Agora eu pergunto, por que não fazemos isso durante todo ano ? Por que somos solidários em apenas em alguns períodos do ano? Pois é, seria ideal se ,de tempos em tempos, tentássemos crescer e mudar velhos hábitos.Vamos ver se neste ano que se inicia consigo essas modificações hehehe.

Desejo a todos um ótimo ano novo cheio de paz e saúde. O resto a gente corre atrás.

Beijo a todos!

28.12.05

Outras Tias

Outras Tias

Meu primo (que é filho único) tem 5 tias solteironas. Duas delas nós compartilhamos, mas as outras três são exclusivas dele, e uma dessas três é tão excêntrica quanto a Tia Helo (levanta a mão aí quem não tem uma tia dessas).

A Tia Maura quer muito comprar um apartamento. E ela já está a procura tem 25 anos, mas ela não consegue achar um que satisfaça suas exigências.

A Tia Maura tem um super poder, mas ela não sabe disso. Ela consegue escutar menor som que seja e achar que é barulho. Imaginem se ela conseguisse dominar esse poder e usa-lo para o bem? Mas infelizmente ela usa para procurar um apartamento que não tenha barulho. Então a Tia Maura segue um pequeno ritual antes de comprar um apartamento.

Primeiro ela pergunta se faz barulho. Se a resposta for sim, ela já vai embora, se for não ela pede para passar dois dias (e dormir, claro) no lugar para confirmar se não tem barulho.

Depois ela interfona para todos os vizinhos para saber quem tem filhos, de que idade são esses filhos, se não tem filhos quando vão ter, etc...

Não contente ainda ela vai de porta em porta no prédio para saber quem é solteiro, quem vai casar, etc

E se ela escuta um carro passando na rua na hora de fechar o negócio, já era, nada feito, não dá para ela, o apartamento tem barulho.

Por isso ela ainda vai passar mais 25 anos procurando. E olha que a Tia Maura não escuta “eles” porque senão ela fazia que nem a Tia Helo que deixou de comprar um apartamento com medo que suas irmãs a matassem para ficarem com a herança.

26.12.05

Minas, uai

Minas, uai

A capital

Esse ano o Natal foi em Belo Horizonte. Fui lá ver o lado mineiro da família.

A cidade cresceu bastante desde a última vez que eu estive lá, mas BH pra mim é uma confusão arquitetônica. Lá se encontra muitos exemplos da arquitetura desde 1890 até hoje, com muitas coisas boas (igreja da Pampulha, alguns prédios do Niemeyer, muitas praças, casas) e ruins (prédios com pilotis, colunas em V, fachadas de vidro, fachadas de concreto aparente), e por aí vai. E está tudo misturado e espalhado naquelas avenidas laaargas. Só que dessa vez o que mais me impressionou foi a nova igreja do Bispo Macedo, um exagero, um prédio enorme. Dizem que ele derrubou casas antigas e tombadas ( tsc, tsc), e ainda ficou parecendo a loja nova da Daslu em SP, só que no prédio do bispo vende-se vaga no céu.

A festa do Natal foi muito boa! Fazia tempo que eu não via os primos, as tias e tios e foi bom conhecer a nova geração, os filhos dos primos.


Um passeio na Estrada Real

Na volta para o Rio passamos por Congonhas, Tiradentes e Barbacena.

A Tia Helo ia adorar Congonhas. Lá tem uma basílica com os 12 profetas (em pedra sabão) e mais 6 capelas cada uma com esculturas (em madeira) desde a Santa Ceia até Jesus na cruz. Tudo feito pelo Aleijadinho. Muito bonito, muito expressivo. O guia lá disse que era o maior acervo de arte barroca da América Latina, ok, eu acredito. A Tia Helo ia querer levar tudo para o quarto dela, se “eles” deixassem, é claro.

Não vi muito da cidade de Barbacena, dizem que lá tinha muita casa de repouso para, hum, doentes mentais. Parece que o clima de lá fazia bem para os maluquinhos. Mas eu não vi nada disso, só vi a EPCAR (escola da aeronáutica), onde o meu pai estudou. A escola é enorme, com ginásio, piscina aquecida, cinema, campo de futebol, laboratórios, sei-lá-quantos alojamentos, tudo muito organizado. Infelizmente os cadetinhos estavam de férias.

Tiradentes é linda. É típica da época colonial. As ruas ainda são de pedra, o que dificulta a passagem dos carros e deixa a cidadezinha mais simpática. O centro histórico está bem preservado, com muitas lojinhas e galerias de arte. Os restaurantes são quase todos de comida mineira.

E confesso que o meu estômago é mineiro....hummm....feijão tropeiro, tutu, couve, torresminho.....doce de leite, biscoitinhos, bolo....ô trem bom é essa comida mineira, sô.

19.12.05

É Natal?

É Natal?

Vinte anos atrás uns ingleses, ok, britânicos (só porque o Bono é irlandês) resolveram fazer uma música para arrecadar uma graninha pro pessoal faminto lá na África. Esse grupo ficou conhecido como Band Aid e a música era "Do They Know It’s Christmas?" .

"It's Christmas time, there's no need to be afraid
At Christmas time, we let in light and we banish shade
And in our world of plenty we can spread a smile of joy
Throw your arms around the world, at Christmas time

But say a prayer, pray for the other ones
At Christmas time it's hard, but when you're having fun
There's a world outside your window, and it's a world of dread and fear
Where the only water flowing is the bitter sting of tears
And the Christmas bells that ring thereare the clanging chimes of doom
Well tonight thank God it's theminstead of you

And there won't be snow in Africa this Christmas time
The greatest gift they'll get this year is life(Oooh)
Where nothing ever grows
No rain or rivers flow
Do they know it's Christmas time at all?

(Here's to you) raise a glass for everyone
(Here's to them) underneath that burning sun
Do they know it's Christmas time at all?

Feed the world
Let the know it’s Christmas time
Feed the world
Let the know it’s Christmas time again"

Fez o maior sucesso no Natal de 1984, o single até apareceu aqui no Brasil, naqueles disquinhos de vinil, o compacto. Eu não consegui comprar mas a Luizinha tinha (ou tem??). Ora, quem não ia querer uma música com Bono Vox, Sting, Simon Le Bon, Boy George e George Michael, entre outros, cantando juntos (insira aqui muitos gritinhos histéricos)??

Do single, veio o Live Aid (que teve outra edição em 2005), e até hoje esse projeto arrecada dinheiro para os africanos, melhorando a vida de muitos. Começou com a alimentação, mas hoje eles já contribuem com a educação. Na época em que não tinha internet eles conseguiram chamar atenção do mundo para a situação nada humana de alguns lugares. E depois deles surgiram muitas outras organizações de caridade que atuam não só na África, mas no resto do mundo.

A música, que foi composta em 24 horas, mesmo com uma letra básica, convida a refletir sobre a época do Natal.

E essa festa está perdendo o sentido. E não falo do sentido religioso porque eu não tenho religião (perdi pontos com a Tia Helo), mas do sentido que essa data é a primeira das que encerram um ano, um ciclo, uma volta ao redor do sol. É nela que mandamos cartões para os amigos distantes geograficamente e telefonamos para aqueles que não são tão próximos, mas são queridos, dando um resumo do ano e sabendo das novidades. É nela que juntamos a família pela enésima vez ou pela única vez no ano para falar besteira, contar da vida, comer e beber. E os presentes? Ahhh, os presentes são muito legais, mas não são obrigatórios(exceto para crianças, óbvio). E sinceramente o consumismo é absurdo, acabamos dando voltas no shopping, entrando em lojas, sendo torturados pela versão horrorosa da Simone para a música de outro britânico ( o John), só para comprar coisas, coisas e mais coisas....

Esse ano a Beth aboliu a troca de presentes aqui em casa. Ela até resolveu fazer a ceia de Natal uns dias antes. Foi hoje no almoço. Teve peru assado com Christmas Pudding (coisa de inglês) de sobremesa.

Que o Papai Noel traga muita serenidade para a Tia Helo. E espero que “ele” lembre de não usar a janela.

Feliz Natal para todos!!

15.12.05

Mundos Fantásticos

Mundos Fantásticos

Eu li The Lion, The Witch and The Wardrobe (desculpem, mas O leão, a feiticeira e o guarda-roupa soa muito estranho) quando eu tinha 10 ou 11 anos de idade. Estudei em escola americana e tanto as ‘Crônicas de Nárnia’ como ‘O Senhor dos Anéis’ era leitura obrigatória (melhor do que ler ‘Senhora’ hein?). Não lembro de muita coisa sobre Nárnia, mas lembro que gostei muito das histórias e lembro do leão Aslan, do inverno eterno e do tal guarda-roupa que era a passagem secreta para um mundo fantástico. (Não vi o filme... ainda... fica para o próximo post)

Alias, mundo fantástico é uma especialidade inglesa. Eles não sabem cozinhar, mas sabem criar línguas, países, mapas, reinos, criaturas, etc.

J.R.R. Tolkien com a sua Terra Média, seus hobbits e o Um Anel.

C.S. Lewis com as crianças que entram no armário e encontram Narnia.

Lewis Carroll com a sua Alice na tal Wonderland.

J.K. Rowling com Harry Potter e Hogwarts separando os magos dos trouxas.

Douglas Adams com Arthur, o seu mochileiro das galáxias pegando carona em espaçonaves indo comer no restaurante no fim do universo.

E no mundo fantástico do mistério e espionagem temos Sir Arthur Conan Doyle com Sherlock, Agatha Christie com Poirot e Ian Fleming com seu Bond, James Bond.

Sem esquecer a lenda do Rei Arthur e Camelot.

Na minha próxima viagem à Inglaterra eu já tenho muitas coisas para fazer: entrar no armário alheio para saber se o Aslan precisa de alguma coisa, tentar pegar um trem para Hogwarts na King’s Cross para ver o que o Harry vai fazer sobre o Voldemort; seguir algum coelho branco até o País das Maravilhas e tomar um chá; me juntar a távola redonda com Lancelot; solucionar alguns assassinatos; salvar o mundo de uma chantagem atômica e depois pegar a minha toalha e apontar o dedão pro céu na esperança de pegar uma carona extraterrestre até a Nova Zelândia onde fica a Terra Média, vê se eu encontro o Rei Aragorn e o elfo Legolas para uma aula de arco e flecha. Ufa!!

Será que os ingredientes secretos para se criar mundos fantásticos estão no leite da vaca louca??

Se bem que a Tia Helo nem é inglesa e já fica com esse papo de “eles” pra cá, “eles” pra lá.....

11.12.05

Taxis e seus motoristas

Taxis e seus motoristas

A Tia Helo é preguiçosa, andar não é com ela. Pega táxi pra tudo. A Luizinha disse que ela, a essa altura, já sustentou uma cooperativa inteira.

A Tia Helo não pega qualquer táxi. Ela para o veículo, examina bem a cara do motorista e decide se vai entrar ou não no carro. A Tia Helo é muito criteriosa, afinal nunca se sabe se “eles” vão estar ao volante.

A Luizinha, como boa sobrinha que é, também é chegada num táxi. Ela tem vários números de motoristas amigos para diferentes ocasiões (noite, dia, longe, perto, etc).

Eu quase nunca ando de táxi. Mas quando a Beth (para quem não sabe, é a minha mãe) vem me visitar aqui no Rio a gente só anda nos amarelinhos. Não escolhemos motoristas como a Tia Helo e nem temos um personal taxista que nem a Luizinha, vai o primeiro que parar mesmo. E exatamente por essa falta de critério é que pegamos os motoristas mais engraçados da praça.

Só para mencionar alguns:

- o ligeirinho: contou toda a vida numa corrida de 6 reais.

- o língua solta: esse falava demais, de Botafogo ao Leme non stop, segundo a Beth ele falava mais que qualquer mulher.

- o do contra: na volta de uma noitada o motorista teve a cara de pau de me dizer que aquela banda antiiiiga (os Beatles) não prestava, e eu tentando o convencer do contrário.

-o spoiler: indo com a Beth para o cinema o homem ao volante contou toda a história do filme que estávamos pensando em ver.

- o fofoqueiro: voltando do teatro depois de ver um balé o motorista nos colocou a par de todo inside do meio artístico, ou seja, quem comia quem, quem se drogava e com o que, quem bebia com quem, tudo, ele sabia tudo.

- o economista: esse reclamava da situação atual do país, e dava as suas soluções pouco ortodoxas.

- e, o melhor de todos, o romântico: ao entrar na Av. Atlântica, ali no posto 6, e avistar a praia de Copacabana com uma lua cheia, o motorista disse “ vou dar uma paradinha aqui e ligar pra minha senhora”....aí ao telefone “querida, vai para a janela e olha a lua....maravilhosa...lembrei de você...” depois disso até chegar no Leme ficamos sabendo que ele tinha 30 anos de casado, dois filhos, que o amor é lindo, blá, blá, blá........

7.12.05

+ Filmes

Filmes

Uma Vida Iluminada

Nesse filme Elijah Frodo Wood deixa de lado aquele negócio de destruir o anel e vai até a Ucrânia colecionar memórias. Ele faz um americano descendente de judeus ucranianos que vai atrás da mulher que salvou a vida do seu avô durante a segunda guerra. O curioso é que ele coleciona memórias através de objetos que ele guarda em ziplocs armazenados na sua pochete. Memórias dele e de outras pessoas.

Na Ucrânia ele contrata como tradutor e guia um rapaz (que é quem narra a história, num inglês muito engraçado), o avô do rapaz como motorista (esse avô se acha cego), e a cadela guia do avô. Os três, bem, quatro contando a cadela, entram no carro e rumam a uma cidadezinha chamada Trachimbrod que ninguém conhece, e a muitas descobertas.

As diferenças culturais são muito engraçadas e as traduções feitas pelo rapaz também. No fim eles acham a tal vila e o final é muito tocante. Eu gostei muito.

Esse filme é baseado no livro Everything is Illuminated, ou Tudo se ilumina.

A Tia Helo talvez gostasse desse filme, tem um fundo família, mas tem palavrões, falam de sexo, judeus sendo mortos....hummm...acho que ela diria 57 “Ai, Jesus!” para esse filme.


Flores Partidas

O ghostbuster Bill Murray fica meio lost in translation outra vez e vai atrás dos fantasmas do passado. Ele recebe uma carta misteriosa de uma mulher do passado dizendo que ele tem um filho e que esse filho foi procurá-lo. O vizinho viciado em mistérios o convence a fazer uma lista das suas amantes de 20 anos atrás (curioso que ele lembre de todas) e prepara para ele um roteiro para encontrá-las e saber qual delas é a mãe do seu filho.

Como nos EUA ninguém faz uma pergunta direta tipo: “ Foi você que mandou a carta?” ou “ Você teve um filho meu?”; o amigo curioso diz para ele ficar atento a detalhes como coisas de cor rosa e uma máquina de escrever.

Ele vai lá, atrás das 5 mulheres que ele conseguiu listar (sendo que uma estava morta). Todas tinham coisas cor de rosa, uma tinha uma máquina de escrever, e nenhuma conseguia responder o que ele queria saber.

E o tal filho?? Pois é, ele cruza com um rapaz, mas ao invés de perguntar diretamente o que ele quer saber fica num papo viagem...

“O passado já era..... o futuro ninguém sabe..... só existe o agora...”

E o agora dele é muito parado. Não decidi sei se gostei ou não desse filme. Ri algumas vezes no meio do filme e no fim dei uma boa risada....eu e mais 2 pessoas no cinema.

A Tia Helo não ia gostar desse filme. Ela diria 114 “Ai Jesus!” num tom normal e depois um “Ai, Jesus!” bem escandaloso no fim.

5.12.05

Pearl Jam

Pearl Jam

Seguindo a tradição das bandas estrangeiras só aparecem aqui no Brasil depois de, pelo menos, 10 anos de sucesso, eu finalmente tive o prazer de ver o Pearl Jam. Eu e mais 40 mil pessoas, aqui no Rio.

Não vale a pena mencionar os problemas de organização, som meio baixo, falta de banheiros etc, porque o show foi na Apoteose e tudo isso já era esperado.

Começou com "Animal", mas eu não vou lembrar a seqüência das músicas, o que importa é que eles tocaram todas as boas (se bem que todas são boas né? teve até uma dos Ramones). O Sr. Vedder estava...digamos... tão "legal" no começo do show que o português dele era mais compreensível do que o inglês, aliás, parece que só ele conseguiu beber alguma coisa com alcool( parecia vinho) depois das 20:30. Ah! Dane-se. Ele cantou maravilhosamente bem, deixou o povo cantar bastante – e todo mundo sabia TUDO. O guitarrista de cabelos vermelhos saradão e o baterista galã, pra mim, foram os melhores dos melhores no palco. (O homem das baquetas então....muito bom! Confesso que sou chegada numa bateria).

E, claaaro, o Sr. Vedder, com aquela voz única, é a essência do grupo. Lá no fim do show (e foram mais de 2 horas de puro rock), depois de apresentar a banda ele mandou essa: “ Eu sou Eddie, meu telefone está no verso do seu ingresso e quando forem a Seattle é só ligar.” Incrível!! Em menos de um dia no Rio de Janeiro Eddie Vedder aprendeu o famoso “passa lá em casa” carioca.


A Tia Helo não ia gostar do Pearl Jam. Eles não usam roupas coloridas, não tem tendências a ópera e fazem muito barulho. Talvez ela achasse o Eddie Vedder bonito, mas ia dizer que ele é muito cabeludo. Azar o dela.


Eu adorei!!! Estou cantando até agora...oh oh oh I’m still alive....

4.12.05

Contrabando 2

Como vocês sabem, a Tia Helo sempre gostou de fazer compras.
Na época em que ela trabalhava, adorava gastar din din com badulaques e bugingangas que não teriam a menor utilidade para ela. Sempre teve adoração por sapatos e pela Rua da Alfândega no centro da cidade, conhecida carinhosamente como Saara.

Não é só a Rua da Alfândega que faz parte desse paraíso popular do consumo.Existem ruas ao redor que fazem parte da Disney consumista.Encontra-se de tudo lá , desde caneta bic até peça para carro. Existe estação de rádio própria e as lojas são digamos originais...carioca que é carioca tem que ir pelo menos de vez em quando no Saara fazer uma reciclagem.

Como sobrinha, também amo gastar dinheiro e comprar aquelas futilidades que no fundo, você sabe que não precisa ,mas compra pelo simples prazer de gastar...existe coisa melhor do que um sapatinho novo quando baixa a depressão? Existe endorfina melhor do que gastar dinheiro? Eu não conheço.

Pois bem, esta semana em homengem a tia Helo e a nossa genética gastona, tive no Saara.Realmente aquilo lá é uma loucura, o próprio mercado persa.
Milhares de pessoas indo e vindo e óbvio todas esbarrando em você. Só para lembrar a r.da alfandega é no centro do Rio, aonde nesta época do ano faz um calor infernal. E esta semana o calor aqui estava de matar.

É impressionante a fúria consumista que bate em você num lugar desses.Eu por exemplo não tenho nenhuma habilidade para trabalhos artesanais, tipo bijús , bordados e afins. Nesta minha última visita ao Saara saí com um monte de canutilhos, miçanças e paetês.
Não seria melhor, nós mulheres consumistas ficarmos na segurança de um shopping center?